Category: Participações Especiais

O que a vida me disse ao ouvido…

O QUE A VIDA ME DISSE AO OUVIDO ...

Um dia a vida disse-me… VAI e VIVE!Se não o fizeres, ninguém o fará por ti!

A caminhada é unicamente tua e só depende dos teus passos!

Faz pelos outros, mas nunca te esqueças de ti! 

Ama, mas nunca te esqueças de te amar em primeiro lugar!

Desfruta a companhia dos outros, mas nunca mendigues atenção nem carinho!

Não te encolhas para caber no mundo de alguém, tudo o que é forçado não é para ti!

Não aceites migalhas, mereces mais que isso!

Sobre a tua vida, decide tu, segue a tua intuição, assim nunca culparás ninguém se as decisões não forem as melhores!

Tira sempre as melhores lições daquilo que é menos bom, mas não carregues culpas que não te pertencem!

Não ocupes o coração com o que é mau, tiras-lhe espaço para o melhor!

Se tiveres que mudar, muda por ti… mas nunca para seres aquilo que o outro gostava que fosses….

Vê os sinais, a vida manda-os!

A vida disse-me….

Elisabete Proença

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Quem é Elisabete Proença?

Chamo-me Elisabete Proença tenho 48 anos e amo viver!

Sou alegre, comunicativa e adorava mudar o mundo.

Gosto de música, conduzir, ler e viajar.

Desde bem cedo que adoro passar para o papel aquilo que penso e sinto, vendo na escrita uma forma de mensagem ao próximo. 

Acreditar é a minha palavra de ordem para tudo na vida e só assim me revejo a viver numa sociedade desprovida do essencial...o AMOR!  

Sou corajosa por natureza e acredito que nada na vida acontece por acaso! 

Sou mãe de uma jovem de 17 anos.

E sou feliz num dos meus principais projectos de vida, onde ajudo pessoas a concretizar os seus sonhos na aquisição do seu lar, na mudança da sua vida... como Consultora Imobiliária.


Bem Hajas,

Elisabete Proença

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Envia-nos as tuas “Atitudes Que Brilham” para geral@fatimacarvalho.pt.

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Alquimia dos Afectos

ALQUIMIA DOS AFETOS

Fotografia de Vasco Outeiro

Vasco Plantier Outeiro

Foto: @Vasco Outeiro

Empresa: BYX
 
Gostaria de dar um passeio de barco pelo o Rio Tejo?
Faça agora o seu agendamento.
+ informações:

Num mundo em competição,
Uns competem, outros não.

No mundo em competição,
Cada vida é uma escada,
Se sobes, deixas no chão,
Além do teu coração,
O teu sangue, a tua casa.

Não sei se alguém sabe o preço,
De cada vida pisada,
Ou se um ser mais avisado,
Pode desfazer o fado,
Que nos acorrenta à estrada.

As civilizações são sois,
Cada qual com o seu ocaso,
Deriva de solidões,
Neste mundo em convulsão,
Onde a lei é competir,
Num festival de ilusões.

Mas neste jogo de sombras,
A que nós chamamos vida,
Competir já não nos faz,
Que seja a Cooperação,
A nova pedra de toque,
Alquimia dos afectos,
De uma civilização,
Onde o sol nunca se põe
E pode brilhar no céu,
Zénite de vidas que são.

Num Mundo em Cooperação,
Competir não é opção.

Abel Pereirinha

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Quem é Abel Pereirinha?

A Arte de caçar gambozinos

Um breve reflexo no espelho,
Um fugidio cintilar de luz no lago.
Uma ave a voar no limite,
Lá, onde a terra se faz céu,
Um grito na floresta,
Sem sabermos se é o grito que existe ou a floresta,
Ou nenhum dos dois...
A minha vida é esta procura pelo indizível,
Aquilo que se esconde no âmago de nós
E que sabemos ser real,
Que nos transcende e nos liberta.
E assim começo a caça aos gambozinos,
Este jogo da cabra cega em prol do propósito da Vida,
A minha!
Uns dizem que sou poeta
Outros, que sou apenas tonto,
E eu, Abel Pereirinha
Bebo um cafezinho
E pronto!

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O Desporto que queremos

O DESPORTO QUE QUEREMOS

Fotografia no Unsplash

O desporto e a atividade física são as ferramentas que o nosso ser integral dispõe para interagir com o meio ambiente pois um corpo saudável e bem desenvolvido é essencial  para que esta interação se realize com éxito.

Este seria o principal objetivo de toda a atividade física, operacionalizado pela ”testagem de limites” que primordialmente seria uma competição de cada ser com o seu meio: – Eu consigo atravessar com éxito aquele rio, subir àquela montanha, correr mais rápido que…

Desta panóplia de ações e de competências dependia a sobrevivência do indivíduo e da comunidade, especialmente quando o ambiente lhes era hostil.

Com a evolução das sociedades modernas esta função de sobrevivência foi-se tornando cada vez mais residual e o desporto, com a competição entre pares, assumiu-se como um dos componentes essenciais desta sociedade do espetáculo em que vivemos. A competição, que já não é com o meio ambiente mas sim com o outro, foi gradualmente assumindo um papel preponderante de tal forma que pode existir atividade física sem competição mas nunca desporto sem competição pois este é um dos elementos que o caracteriza.

Interessa agora ser mais forte que…mais rápido que…saltar mais alto e mais longe que…, sempre em oposição aos adversários e mesmo nos desportos de equipa, existido cooperação dentro da própria equipa, há inevitavelmente competição em relação a todas as equipas com quem jogam.

Foto de Delphine Ducaruge no Unsplash

No desporto, a testagem de limites já não se faz tanto com o fim de se superar a si prório mas  de superar os opositores e sobre este conceito acenta toda uma indústria de espetáculo que faz girar a economia movimentando biliões de euros, dólares…..

Para atingir os patamares de excelência que se exigem, a saúde é posta em causa, quer através da adição de químicos, quer de treinos desajustados à realidade de cada atleta, na tentativa vã de atingir o topo e aí permanecer mesmo para além dos limites do próprio corpo.

Sabemos que a competição é inerente ao desporto mas é urgente redimensioná-la às condições físicas de cada um pois praticado com o método e a pedagogia adequados este pode ser um veículo de transmissão dos valores humanos de cooperação e de solidariedade tão necessários à época conturbada em que vivemos.

Em essência importa inverter a polaridade: O desporto deve estar ao serviço do ser humano e não o ser humano ao serviço do desporto porque é necessáriol conseguirmos a interação saudável entre cooperação e competição que permita ao desporto ser um dos tijolos fundamentais na construção da nova casa do futuro.

Abel Pereirinha

Foto no Unsplash

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A Arte de caçar gambozinos

Um breve reflexo no espelho,
Um fugidio cintilar de luz no lago.
Uma ave a voar no limite,
Lá, onde a terra se faz céu,
Um grito na floresta,
Sem sabermos se é o grito que existe ou a floresta,
Ou nenhum dos dois...
A minha vida é esta procura pelo indizível,
Aquilo que se esconde no âmago de nós
E que sabemos ser real,
Que nos transcende e nos liberta.
E assim começo a caça aos gambozinos,
Este jogo da cabra cega em prol do propósito da Vida,
A minha!
Uns dizem que sou poeta
Outros, que sou apenas tonto,
E eu, Abel Pereirinha
Bebo um cafezinho
E pronto!

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La musica come salvezza

L’emergenza sanitaria causata dal Covid-19 ha creato una situazione difficile non solo per quanto concerne gli aspetti economici, ma anche per quelli sociali e psicologici, legati all’essenza dell’individuo.


È un momento difficile in cui la preoccupazione per il virus ha influenzato diversi aspetti della nostra vita: la nostra salute, quella della nostra famiglia, i nostri amici, la visione delle città fantasma e l’assoluto controllo della nostra forzata permanenza a casa ci rendono fragili. Credo
che un grande aiuto sia trovare una motivazione, una voce interna che possa darci coraggio e forza. Questo è ciò che la musica è stata per me in questo periodo difficile che è durato a Shanghai, dove ci sono voluti, quasi 2 mesi per vedere qualche progresso.

 

Fortunatamente, avevo portato molti libri sull’armonia musicale, la scrittura della musica, ho avuto una delle mie chitarre sempre qui a disposizione, il pianoforte e ho deciso di impegnare il tempo leggendo il più possibile durante questo periodo.
Quando la consapevolezza della gravità della situazione si è sviluppata, sono stati proprio i miei obiettivi a darmi la sicurezza e la speranza che la fine di questa fase fosse un nuovo inizio, che per me era rappresentato dall’uscita del mio album solista. Pertanto, durante questo periodo, è
stato necessario rimanere a casa con la forza. Il messaggio che posso lasciare a tutti coloro che attraversano questa fase è rendersi conto che l’importante è trovare un aiuto che possa essere stimolato per mantenerci positivi e vedere la fine di questo tragico periodo.

Spesso, durante i concerti, i corsi di perfezionamento e persino le parole con gli amici o la famiglia, parlavo di musica come professione, come passione, come obiettivo, non avrei mai pensato – come in questo caso – di parlare di musica come salvezza. Pertanto, per i ragazzi che suonano
e sognano la musica, consiglio di usare questo periodo per sviluppare abilità tecniche, per scrivere se sei un compositore. Tutti abbiano un album o cantante preferito. Collegando i nostri interessi alle possibilità tecnologiche offerte da questa era, possiamo approfondire l’ascolto con un semplice abbonamento Spotify, acquistare un disco su iTunes, ascoltare un libro in formato audiolibro digitale: la biografia del tuo cantante preferito o promuovere la vendita della tua musica con sistemi moderni o guardare alcuni live music disponibili su YouTube.


La situazione è certamente difficile per tutti. Ma credo fermamente che l’unica motivazione che può davvero aiutarci a uscire da questa emergenza sanitaria è impegnare il tempo con ciò che ci mantiene positivi e felici nella speranza. Per me tutto ciò è rappresentato dalla musica. Nel periodo a Shanghai quando non potevo fare concerti, addirittura uscire per strada, la musica ha dato significato alle mie giornate e un modo per affrontare questa situazione, approfondendo quello che è sempre stato il mio interesse.

 

Riccardo Cadamuro 

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Chi è Riccardo Cadamuro?

Ispirato da artisti importanti come John Mayer, Michael Jackson, Daft Punk, D'Angelo, Richie Kada è un musicista polistrumentista.
 
Nella sua musica combina elementi hip-pop e moderni con un gusto per il classic pop.
 
Il suo stile è caratterizzato da un profondo apprezzamento per il groove accuratamente elaborato in arrangiamenti centrati sulla chitarra.
 
Attualmente, Richie vive a Shanghai, lavorando come artista, turnista e produttore musicale.
 
Il suo album solista uscirà il prossimo anno e sarà un progetto Neo-Soul registrato in studio come "one-man band".

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A música como salvação

A emergência de saúde causada pelo Covid-19 colocou uma situação difícil não apenas no que diz respeito aos aspectos económicos, mas também aos aspectos sociais e psicológicos do indivíduo.

 

É um momento difícil em que a preocupação com esse vírus pode afetar diferentes aspectos da nossa vida: a nossa saúde, a saúde da nossa família, os nossos amigos e a visão de cidades fantasmas e o controle absoluto de sair de casa nos tornam frágeis. Psicologicamente e acredito que uma grande ajuda é encontrar uma motivação, uma voz interna que nos possa dar coragem e força. Isso é o que a música foi para mim nesse período difícil que durou em Xangai, onde demorou, quase 2 meses.

 

Felizmente eu tinha trazido muitos livros sobre harmonia musical, escrita, violão, piano e tomei a decisão de lê-los todos nesse período.

Quando a consciência da seriedade da situação se desenvolveu, foram precisamente os meus objetivos que me deram a confiança e a esperança de que o fim desta fase seria um novo começo, que para mim foi representado pelo lançamento do meu álbum a solo. Portanto, nesse período, foi necessário ficar em casa à força. A mensagem que posso deixar a todos os que atravessam essa fase, é perceberem que o importante é encontrar ajuda que possa ser estimulada para nos manter positivos e ver o final desse período trágico.

Frequentemente, durante concertos, master classes e até palavras com amigos ou familiares, eu falava da música como profissão, como paixão, como objetivo, nunca teria pensado – como neste caso – em falar da música como salvação. Portanto, para crianças pequenas que tocam e que sonham com música, recomendo usar esse período para desenvolver habilidades técnicas se você é um artista ou para escrever se você é um compositor. Eu também acredito que todas as pessoas têm uma música favorita, ou cantor favorito. Ao conectar os seus interesses às possibilidades tecnológicas oferecidas por esta época, você pode aprofundar a sua audição com uma simples assinatura do Spotify, comprar um disco no iTunes, ouvir um livro em formato de audiolivro digital – a biografia do seu cantor favorito ou promovendo a venda da sua música com sistemas modernos – ou assistindo a alguns espectáculos disponíveis no YouTube.

 

A situação é certamente difícil para todos. Mas acredito firmemente que a única motivação que realmente nos pode ajudar a sair desta emergência de saúde é aquela que nos mantém positivos e felizes na esperança. Para mim, tudo isso é representado pela música, sempre e ainda mais. No período em Xangai, quando eu não podia fazer concertos, nem tocar, nem sair à rua. Mas é sempre a música, de uma forma mais intelectual nesse caso, que me deu um sentido e uma maneira de lidar com essa situação, aprofundando o que sempre foram meus interesses.

 

Riccardo Cadamuro 

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Quem é Riccardo Cadamuro?

Inspirado por artistas importantes como John Mayer, Michael Jackson, Daft Punk, D'Angelo, Richie Kada é um músico multi-instrumentista.

Gosta de combinar elementos hip-pop e pop moderno com um gosto clássico.

O seu estilo é caracterizado por uma profunda apreciação pelo groove e cuidadosamente trabalhada em arranjos centrados na guitarra.

Actualmente, Richie vive em Xangai, trabalhando como artista, músico de sessão e produtor musical.

O seu álbum a solo será lançado no próximo ano e será um projecto Neo-Soul, Funky Dance gravado em estúdio como uma 'banda de um só homem'.

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Vírus do Bem Comum

Nunca tínhamos ouvido tanta gente a falar do bem comum. Há um vírus que reforça a fragilidade da vida humana, e há um vírus do bem comum.
É incrível como este vírus está a contaminar tanta gente. É incrível como este vírus está a alterar os comportamentos individuais, é incrível como este vírus julga os que por ele não foram infectados, é incrível como ele é altamente contagioso. Castigamos, acusamos, ameaçamos os que por ele não se deixam infectar. Pedimos ao mundo que nos ajude a gritar aos berros que é preciso pensar no BEM COMUM.
Mas quanto tempo durará esta infecção? Será que rapidamente vamos ficar todos imunes?
Eu peço desde logo imensa desculpa por não me conseguir separar em pessoas diferentes, em pensamentos desconexos da minha realidade, ou em julgamentos parcelados e incoerentes. Não consigo. E por isso peço desculpa. A minha opinião desta tragédia mistura-se com as memórias que teimo em não esquecer.
Não me esqueço que no Yemen, olhei nos olhos famílias inteiras que perderam irmãos e filhos e pais, e braços e pernas, no meio de milhares de crianças a morrer à fome.
Não me esqueço que no Sudão do Sul, todos os dias vi crianças a morrer de malária, e todos os dias via a dor no olhar das mães a levar os corpos sem vida dos meninos para casa.
Não me esqueço que na Síria no meio das bombas, vi o reaparecimento da poliomielite (outrora erradicada) que mata ou incapacita crianças para o resto das vidas.
Não me esqueço que no Paquistão, num mês me morreram nas mãos 10 mulheres por hemorragia pós-parto. A esmagadora maioria dos médicos da minha área, na vida toda nunca viu isto uma única vez.
Não me esqueço que o coronavírus não entra na prisão de Faixa de Gaza, porque também não entra o vírus do bem comum.
Não me esqueço que a duração da guerra(s) do Afeganistão anda lado a lado com a esperança média de vida daquele país.
Não me esqueço do que já chorei por ver que mais ninguém chora por eles. Não me esqueço que eu apenas vi uma pontinha do iceberg, não me esqueço que já andei tantas vezes no limite da sanidade mental a pedir com jeitinho, sem revolta e sem julgamentos que pensem no BEM COMUM.
Não me esqueço que quando me perguntam como são os Cuidados Intensivos nas minhas missões a resposta é: “Não há. Os que deles precisam, morrem!” Que é exactamente o que vai acontecer quando/se este coronavírus chegar a uma fatia enormíssima da população mundial, onde esbarra o vírus do bem comum.
Várias pessoas me dizem que a minha experiência em cenários de guerra vai ser muito útil. Pois. Não sei. O futuro o dirá. É verdade que já vi de muito perto 10 das piores guerras dos últimos tempos. Mas eu nunca fiz parte dela. Com o meu risco posso eu bem, e nunca foi a vida dos meus que esteve em risco. As emoções que trago comigo são das histórias dos outros, que eu tento contar ao mundo. Há uma gestão de emoções que tem muitas semelhanças sem dúvida, e espero ser útil nesse sentido também. Mas há uma coisa onde eu encontro um paralelismo inacreditável, no que à gestão de vítimas de uma guerra, diz respeito. Não são as bombas e os tiros que matam. Esses também matam, mas pouco em termos percentuais. O que mata milhares e às vezes milhões são os danos colaterais. É da pobreza de recursos, de infraestruturas, de material e medicamentos para tudo e mais alguma coisa, e da falta de pessoas válidas para trabalhar que se morre numa guerra. Isso é que mata 99% das vítimas de uma guerra. Mas se não houvesse bombas e tiros, não haveria danos colaterais.

E quais vão ser os danos colaterais desta “guerra” que vivemos agora?

Há uma falácia no ar, que isto vão ser duas semanas mais complicadas. Esqueçam isso. Vão ser no mínimo 2-3 meses de clausura. Vai destruir a economia de uma forma que não tem precedentes. Vão ser empresas a cair como baralho de cartas. Desemprego, pobreza, fome, agitação social. Os ricos vão ficar menos ricos, os médios vão aguentar no limite, os pobres vão para a rua. E os que estão na rua vão morrer à fome. Os mais frágeis são os que vão sofrer mais. Quando o cinto aperta, quem mais vão sofrer são as ONGs. A ajuda humanitária, a tal do bem comum é a que mais sofre. A nível local e internacional. Os pobres, os velhos, os incapacitados, os doentes, etc, etc… Quantas pessoas se mata ao destruir a economia? Será que a cura não vai matar muito mais que a doença? Sei que quem tem mais no bolso vai achar que eu sou um criminoso, e quem já amanhã pode ir viver para debaixo da ponte vai perceber melhor porque vos questiono. Crucifiquem-me à vontade por fazer esta pergunta.

Mas vou aceitar. Sou democrata. Aceito a liderança de quem sabe mais do que eu. Tenho convicções fortes, mas sempre um espaço muito grande para humildemente poder estar errado. Sou um jogador de equipa, e na verdade pouco sei sobre os dados todos desta equação. Acho que ninguém sabe. E vou trabalhar ao lado dos meus, nos Cuidados Intensivos, com um orgulho que não cabe em mim por trabalhar na melhor equipa do planeta para salvar os que estão entre a vida e morte. Que é o que sempre fizemos e sempre vamos fazer. Só que desta vez, a trabalhar a dobrar ou triplicar, a formar à pressa os que puderem ajudar, e cheios de medo se a nossa função não estará a pôr em risco as nossas vidas e daqueles pelos quais dávamos a vida, porque somos o grupo de maior risco. Vão ser tempos de emoções muito fortes, mas o ser humano adapta-se e segue em frente. E das lágrimas passará aos sorrisos. Eu nem sempre confio em mim, mas confio até ao fim dos tempos na equipa em que trabalho, pela competência, organização, saberes médicos, resiliência, poder de impacto, e muita, muita humanidade a cada acção. De médicos, enfermeiros, auxiliares, profissionais de limpeza, administrativos, técnicos, farmacêuticos, psicólogos, nutricionistas, e muitos mais que me estou a esquecer.
Já dei de caras com o burnout duas vezes na minha vida, no Paquistão e no Yemen, e vos garanto que é difícil de gerir as emoções. Falem sobre as vossas emoções. É bom ver homens e mulheres fortes a chorar.
Mas vamos ver também que no meio da dor, do egoísmo e da hipocrisia, aparecerá o melhor de muitos seres humanos, os verdadeiramente bons. E só por estes, vale a pena ver o mundo girar. Obrigado a vocês por me inspirarem.
Vamos ver como responde a medicina privada no maior desafio de saúde dos nossos tempos. Para já tem servido para fazer dinheiro às custas dos testes para ansiosos, testes estes que fazem muita falta no público. Quando isto passar, não se esqueçam onde se faz a verdadeira medicina, e cada vez que se alimenta a privada, se destrói o SNS. Não se esqueçam.
Agora sentimos o que é estar do lado dos discriminados. Temo que as consequências políticas e ideológicas vão ser catastróficas. Porque “eles” agora estão caladinhos, mas depois vão gritar pela culpa dos estrangeiros, e dos estranhos. Dos estranhamente igual a nós. Veremos o que sobra daqui. O mundo dos que querem as fronteiras fechadas, ou o mundo dos que vêm que estes (e outros) problemas só se resolvem se pensarmos como unos. Já percebemos que para salvar o planeta temos que nos unir, talvez agora se veja que nunca haverá qualquer sustentabilidade com tanta desigualdade.
Será o meu último texto sobre este assunto, mas já fiz várias promessas resolutivas a mim próprio para quando isto acabar. Vão me doer, mas acho que é pelo melhor. Espero que façam o mesmo, que levem este bem comum até ao fim dos tempos, que ajudem os que JÁ não estão a receber salário, que ajudem os que vão para o desemprego, os que morrem à fome, os que em todas as partes do mundo estão a ser infectados pelo coronavírus, mas não pelo vírus do bem comum.
Agora que a morte de tantos nos parece tão próxima, e muitos, de nós tão queridos, não poupem na bondade, no carinho, no cuidado, no amor e na compaixão. Não deixem palavras bonitas por dizer, não deixem pazes por fazer, não deixem que a última palavra tenha sido amarga. Estamos todos a sofrer.
Façam a economia girar. Cada vez que lavarem as mãos, abram o vosso coração àqueles que não têm e que vão ficar sem água em casa. Pensem na saúde como um bem para todos.
Eu vou ao supermercado com calma, comprar o que preciso. E quando não houver, prometo que vou trabalhar na mesma com fome. E isto vai durar.
Espero que o vírus do bem comum tenha vindo para ficar, espero que me perdoem por dizer a minha opinião mastigada com tantas dores, e espero do fundo do coração estar errado.
Todos nós somos vítimas das nossas incoerências (eu, tantas vezes!), mas num momento de grandes reflexões, façam-nas de coração aberto, escrevam num papel e façam-nas durar.
Animem-se. O vírus passa. Esperemos que o Bem Comum, não.

Texto de Gustavo Carona.

Grata pela tua constante luta e grata pelo teu convite ao “Despertar”.

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Pobreza

A POBREZA SOBRE O OLHAR DE ANA PAULA CLARO

 

Chegam-me aos olhos fotos com cheiros estranhos.


Aquele cheiro característico da fome, onde se entrelaçam os cabelos desgrenhados e as barbas compridas. 


Ou os olhos gigantescos das crianças com barrigas dilatadas e os ossos rompendo a finíssima pele.


Chegam-me aos olhos as lágrimas e o frio estremece-me o estômago, quando a impotência me assola pelos cheiros que as imagens transportam.

 

Olho para lá da imagem e entranho-me na sociedade que permite a decadência.


As cabeças que se voltam na direcção oposta; a moeda atirada, com um cordel de culpa; para dentro de uma lata que grita; a notícia que não é notícia, porque não vende.


Compra-se a informação fácil, a morte colunável vende bem, a fome incógnita é uma afronta.

 

Chegam-me aos olhos fotos com cheiros estranhos.


Arames farpados que me soam a guerra. O rosto conformado que, da violência, sofre. O extermínio em massa. 

 

Quem se importa?

 

Quando as bandeiras são hasteadas nas nações que vivem para além das pessoas, num engano e numa mentira que transforma o tudo num nada assombroso.


O meu inconformismo revolta-se pela mala feita à pressa que transporta os pertences de um refugiado da guerra; pelas moscas que parecem não incomodar o corpo passivo da criança africana; pela garrafa de álcool que tomba ao lado de um caixote de cartão, no vão de um prédio urbano.

 

O sabor que me vem à boca tem um estranho gosto a azedo mas já nem vomito pelos diamantes, ou pelo petróleo, nem mesmo a ambição do poder me afecta.

 

É a passividade, o conformismo, a desumanidade dos zombies que a sociedade cria. São as multidões que seguem “encarneiradas”. É aquele slogan com pestilência de vírus que é gritado sem conteúdo que me atira para este estado de nojo.

 

Chegam-me aos olhos fotos com cheiros estranhos mas é vazio de um “enquanto não chega ao meu quintal, não é assunto meu” que sinto como a pobreza mais degradante.


É esta pobreza extrema no mundo que mais me repugna, a das ideias, dos pensamentos, da discriminação, da desumanidade entre os humanos supostamente seres.

 

Texto da autoria de Ana Paula Claro 

 

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Quem é Ana Paula Claro?

"Sou uma mulher feliz e mãe de quatro filhos e neste momento estou casada com um homem extraordinário.
Mas sou essencialmente um Espírito que habita um corpo que possui uma mente em constante descoberta.
Neste processo vou sendo Astróloga, escritora e facilitadora de várias terapias onde utilizo alguns Oráculos como Runas, Dados, Tarot, Cartomancia, Baralho Cigano, I Ching.
Reiki, Magnifield Healing, Cura Quântica, Radiónica, Numeralogia e o Pêndulo são outras técnicas que aplico.
A energia é a Linguagem do Universo, todas estas disciplinas são métodos que nos conduzem a ele.
Os Caminhos são muitos, o Destino é o mesmo.
Escrevi um livro que se chama "Porque a vida acontece" e é um livro de auto-ajuda, ajudou-me imenso escrevê-lo!
É biográfico. levou-me ao passado... desta e de outra vida.
O que pretendo com esta rubrica "uma outra visão"?
Pretendo escrever sobre temas que, há uns anos, se chamavam "ciências ocultas ou paranormais" e hoje foram transformadas em "espiritualidades" e tentar desmistificar conceitos errados e dúbios.
Tenho 55 anos, vivo no paraíso e convido-vos a conhecerem-me e a desvendarem-se

Bem Hajam!"

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O mundo sobre o olhar de Ana Cardoso

O MUNDO SOBRE O OLHAR DE ANA CARDOSO

 

Quando o mundo passou a ser profissional e deixou de Ser Humano!

 

Foi-se instalando devagarinho e disfarçado com uma capa de perfeição e rectidão, o ser-se profissional.

 

O que quer dizer exactamente?

 

Cheguei à conclusão, até por experiência própria, que acaba por ser a justificação para a frieza, a manipulação e em maior parte das vezes, a tirania que é exercida de um ser humano para com outro ser humano.

 

Hoje em dia, o ser profissional requer uma postura isenta de sentimentos e um agir como se de robots se trata-se, máquinas a exercer a sua função.

 

O ser profissional passou a ser um jogo de manipulação, uma teia criada por alguns para usarem e abusarem do seu poder.

 

A responsabilidade de se Ser deixou de existir para no seu lugar passar a ser uma postura de submissão, em que são evocadas as necessidades que se tem para sobreviver porque o viver também deixou de existir.

 

Cada vez mais é exigido o profissionalismo como forma de parede ou barreira criada pelas empresas para atingirem os seus objectivos de lucro, não dando a oportunidade de análise e flexibilidade perante situações apresentadas que vão sendo diferentes em cada Ser humano.

O ser profissional passou a ser uma exigência na forma de estar mas também uma desculpa para certos cargos superiores poderem descarregar as suas frustrações de seres vazios e infelizes.

 

 

 

 

Para mim, o ser profissional é ter um conhecimento profundo do trabalho que se faz, com a vontade de querer saber mais e a alegria pelo que está a ser realizado.

 

O ser profissional é estar atento à nossa forma de ser e olhar o que nos rodeia com a flexibilidade necessária que permita ver as nossas falhas e assim as possamos corrigir.

 

Atenção! Não confundir com brio profissional! Esse está em um de nós, pela nossa forma de estar e ser, connosco e com os outros… O ser profissional enquadra-se numa formatação da sociedade.

 

Patrões ou chefes profissionais não são aqueles que estão permanentemente de “chicote” na mão ou à mínima oportunidade, humilhar e inferiorizar quem está a trabalhar para eles. Ou que por interesse seu ou da empresa quando pretendem despedir alguém, começam a fazer marcação cerrada, apontando falhas ou indo à procura delas, técnicas já estudadas, para que leve a ser a pessoa a “chegar-se à frente” a dizer que vai embora.

 

Patrões ou chefes profissionais são aqueles que sabem elogiar, como forma de incentivo. Sabem chamar à atenção de forma construtiva e não destrutiva. Sabem reconhecer o valor de quem trabalha para eles porque se não fossem essas pessoas, eles não teriam o cargo ou a empresa que têm. E, quando pretendem despedir alguém, serem honestos e pagarem o que é devido sem manobras de manipulação.

 

O ser profissional tornou-se numa forma de escravidão moral, de escravidão existencial.

 

Bem hajam as vozes que ainda se vão rebeliando, que não permitem serem tratadas como máquinas e vão marcando a diferença com a sua postura, o Ser Humano.

 

E bem hajam, os patrões e chefes que ainda conseguem manter a sua essência humana, e que reconhecem o valor a quem pagam pelo seu trabalho.

 

Ana Cardoso

 

 

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Quem é Ana Cardoso?

"Desde muito cedo que começou o meu fascínio pela Astrologia quando ainda adolescente “devorava” tudo o que era publicação acerca desse tema e começando a questionar-me que teria de haver mais “por detrás” visto que os signos são só 12 para tantos milhões de pessoas.
Até que chegou o dia em que iniciei o curso de Astrologia, no "Mar Portuguez" com o Paulo Cardoso, tendo-o concluído em 2004.
E, foi aí que aprendi o que sempre achei que estaria “por detrás”, que para além da posição do nosso Sol no momento do nosso nascimento, existem também, os restantes planetas do nosso sistema solar, assim como, muitos outros factores envolvidos.
De fascínio de adolescente, a Astrologia passou a ser uma paixão que vivêncio no meu dia a dia, numa aprendizagem contínua, num conhecimento de mim própria e de tudo o que me rodeia.
Mais tarde, adicionei o Tarot à minha paixão pela Astrologia.
Ao longo deste meu estudo, foi-me lançado o desafio de criar a minha própria tiragem, o qual aceitei. 
E daí, surgiu a “Tiragem Planetária”. 
Ela fala-me do momento presente do consulente, conciliando as energias planetárias com as mensagens transmitidas pelas lâminas do Tarot.
E assim, a Astrologia e o Tarot fazem parte de mim e da minha Vida, como ferramentas auxiliares na compreensão, na aceitação e sobretudo na tomada de consciência de quem sou, para onde vou e de qual é o meu propósito de vida."

Mais informações:

e-mail para anacardosoastrologa@gmail.com. 

 Tlm.: 965 177 792

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O mundo sobre o olhar de Ana Paula Claro

O MUNDO SOBRE O OLHAR DE ANA PAULA CLARO

Fotografia de Ana Claro. Local: A Quinta Paz/ The Fifth Peace

 

Arredada do mundo dos homens, foi como me senti na maior parte dos dias.
Entre letras e papéis, antiguidades e memórias já não é tão estranho sentir-me sempre diferente.

 

Normalmente, não faço o que, normalmente, toda a gente faz.
Vivo afastada da civilização e só permito que a tal civilização me entre pela casa dentro quando quero, mas existo neste planeta muito mais consciente que a maior parte das pessoas que “levam” com esta chamada civilização diariamente (talvez por isso mesmo).

 

Estar fora das escritas das redes sociais tem tantas vantagens, sinto-me tão mais leve (sem essas frases de auto-convencimento) e tão mais distante (sem os temas propositadamente manipulativos) mas quem me lê merece o esforço portanto, volto à escrita para a minha visão do que parece ser o assunto mais mediático:

 

A Amazónia está a arder!

 

A Sibéria arde há anos e parece que só agora notam.
Há fome e guerra e mentira e escravatura cada vez em mais países do mundo.
Há plástico a cair do céu e animais em extinção às carradas todos os dias.

 

E há pessoas que publicam a frase “espiritual” mais corriqueira das redes sociais misturada com estas “cenas”.

 

Tudo acontece por uma razão ou seja, NADA é por acaso!

 

Quer isto dizer que se a Amazónia está a arder é porque tem de ser. A Amazónia está a ser destruída por alguma razão!
Se não se ficarem pela rama das notícias, percebem que, praticamente, TODO o centro da América do Sul está a arder….. Amazónia é Brasil, mas a Bolivia e o Paraguai não são Amazónia.

 

Porque é um modo de extinguir fauna e flora milenar?
Ou apenas uma situação económica?
Entre a carne e a soja (em termos de produção, venha o diabo e escolha) mas se deixarmos de pensar como querem que pensemos, acabamos por ligar tudo e deixamos de entrar nas “guerras de audiência”.
Queres vir comigo à controvérsia?

 

O que fazes pela fome no mundo?
Onde estão os teus plásticos ou os teus sacos de papel?
Repara que a Amazónia tem de arder para teres sacos de papel baratos para substituir o plástico.

 

E se mudasses de estilo de vida?
Mas tu já fazes tanto pelo planeta…. reciclas e bebes refrigerantes em copos de vidro ou directamente da lata.
Hummmm…… boa!
Pois não!

A reciclagem é apenas boa para as empresas que ganham com isso e ainda te obrigam a fazer o trabalho que nem pagam: separar o lixo que fazes.

 

A Amazónia está a arder!

As florestas não são uma fonte de rendimento, o povoamento florestal, sim. Quando se plantam árvores com alguma utilidade em locais onde há anos existiam florestas, faz-se de conta que é tudo verde. E ninguém se importa mesmo!

 

 

Foto de DarkWorkX no Pixabay

 

 

Vivemos na época do faz de conta, isso é que é a verdade.

 

Fazem de conta que encontram a espiritualidade com frases feitas do “tudo ó molho e fé em deus” no cursinho que um gajo giro (com ou sem barbas) ministra ao fim-de-semana ou fora de horas.
Fazem de conta que são saudáveis porque tiram cursos para ler os rótulos das embalagem do supermercado, sem perceber que TUDO o que compram numa grande superfície serve apenas para vos adoecer porque é pela comida e pela saúde que melhor vos controlam.
Fazem de conta em quase tudo…. quase sem perceber…

 

Fazem de conta que se importam que a Amazónia arda mas quando deixar se ser notícia nem se lembram onde fica.
Ainda se lembram das crianças enjauladas nas fronteiras do States? Elas continuam lá, cada vez mais e nada mudou.
Ainda se lembram dos campos de refugiados e das crianças que morrem todos os dias neles e nos Mares que separam os países “pobres” dos países que alguns julgam ricos?
Ainda se lembram do degelo dos Polos e do buraco de Ozono que até já deve ter desaparecido ?
Mas garanto que sabem de cor o enredo da ultima novela….. Sim, eu sei que só veem uma e adormecem no meio até porque a novela entra pelos ouvidos e a “espiritualidade” pelas letras dos títulos do Facebook…. e até o fazem ao mesmo tempo!

 

Sim, a Amazónia está a arder e o Mundo a descambar e tu contribuis para isso porque existes aqui, neste tempo de transição. Não vais conseguir “salvar” a Amazónia ou o Mundo porque esse não é o teu propósito, não é para isso que “andas aqui”.

 

Só “andas aqui” para aprenderes a não te distraíres com o que te afasta desse mesmo propósito.
Porque a Amazónia vai continuar a arder e o Mundo a desabar enquanto tu usares o teu Fogo Interno descontrolado, enquanto fores incêndio em vez de Chama Brilhante com um propósito “consumir-se em calor” ou seja Conhecer-se a si mesmo.

 

Enquanto continuares a viver o exterior, todas as Amazónias do Mundo se vão consumir num reflexo do que te fazes.

 

Não podes salvar a Amazónia, mas podes começar por te salvares e esse é que é o propósito, porque nada acontece por acaso….. mesmo!

 

O meu nome é Ana Paula Claro e estou de volta ao Paraíso.

Foto de Pixabay

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Quem é Ana Paula Claro?

"Sou uma mulher feliz e mãe de quatro filhos e neste momento estou casada com um homem extraordinário.
Mas sou essencialmente um Espírito que habita um corpo que possui uma mente em constante descoberta.
Neste processo vou sendo Astróloga, escritora e facilitadora de várias terapias onde utilizo alguns Oráculos como Runas, Dados, Tarot, Cartomancia, Baralho Cigano, I Ching.
Reiki, Magnifield Healing, Cura Quântica, Radiónica, Numeralogia e o Pêndulo são outras técnicas que aplico.
A energia é a Linguagem do Universo, todas estas disciplinas são métodos que nos conduzem a ele.
Os Caminhos são muitos, o Destino é o mesmo.
Escrevi um livro que se chama "Porque a vida acontece" e é um livro de auto-ajuda, ajudou-me imenso escrevê-lo!
É biográfico. levou-me ao passado... desta e de outra vida.
O que pretendo com esta rubrica "uma outra visão"?
Pretendo escrever sobre temas que, há uns anos, se chamavam "ciências ocultas ou paranormais" e hoje foram transformadas em "espiritualidades" e tentar desmistificar conceitos errados e dúbios.
Tenho 55 anos, vivo no paraíso e convido-vos a conhecerem-me e a desvendarem-se

Bem Hajam!"

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