O Desporto que queremos

O DESPORTO QUE QUEREMOS

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O desporto e a atividade física são as ferramentas que o nosso ser integral dispõe para interagir com o meio ambiente pois um corpo saudável e bem desenvolvido é essencial  para que esta interação se realize com éxito.

Este seria o principal objetivo de toda a atividade física, operacionalizado pela ”testagem de limites” que primordialmente seria uma competição de cada ser com o seu meio: – Eu consigo atravessar com éxito aquele rio, subir àquela montanha, correr mais rápido que…

Desta panóplia de ações e de competências dependia a sobrevivência do indivíduo e da comunidade, especialmente quando o ambiente lhes era hostil.

Com a evolução das sociedades modernas esta função de sobrevivência foi-se tornando cada vez mais residual e o desporto, com a competição entre pares, assumiu-se como um dos componentes essenciais desta sociedade do espetáculo em que vivemos. A competição, que já não é com o meio ambiente mas sim com o outro, foi gradualmente assumindo um papel preponderante de tal forma que pode existir atividade física sem competição mas nunca desporto sem competição pois este é um dos elementos que o caracteriza.

Interessa agora ser mais forte que…mais rápido que…saltar mais alto e mais longe que…, sempre em oposição aos adversários e mesmo nos desportos de equipa, existido cooperação dentro da própria equipa, há inevitavelmente competição em relação a todas as equipas com quem jogam.

Foto de Delphine Ducaruge no Unsplash

No desporto, a testagem de limites já não se faz tanto com o fim de se superar a si prório mas  de superar os opositores e sobre este conceito acenta toda uma indústria de espetáculo que faz girar a economia movimentando biliões de euros, dólares…..

Para atingir os patamares de excelência que se exigem, a saúde é posta em causa, quer através da adição de químicos, quer de treinos desajustados à realidade de cada atleta, na tentativa vã de atingir o topo e aí permanecer mesmo para além dos limites do próprio corpo.

Sabemos que a competição é inerente ao desporto mas é urgente redimensioná-la às condições físicas de cada um pois praticado com o método e a pedagogia adequados este pode ser um veículo de transmissão dos valores humanos de cooperação e de solidariedade tão necessários à época conturbada em que vivemos.

Em essência importa inverter a polaridade: O desporto deve estar ao serviço do ser humano e não o ser humano ao serviço do desporto porque é necessáriol conseguirmos a interação saudável entre cooperação e competição que permita ao desporto ser um dos tijolos fundamentais na construção da nova casa do futuro.

Abel Pereirinha

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Quem é Abel Pereirinha?

A Arte de caçar gambozinos

Um breve reflexo no espelho,
Um fugidio cintilar de luz no lago.
Uma ave a voar no limite,
Lá, onde a terra se faz céu,
Um grito na floresta,
Sem sabermos se é o grito que existe ou a floresta,
Ou nenhum dos dois...
A minha vida é esta procura pelo indizível,
Aquilo que se esconde no âmago de nós
E que sabemos ser real,
Que nos transcende e nos liberta.
E assim começo a caça aos gambozinos,
Este jogo da cabra cega em prol do propósito da Vida,
A minha!
Uns dizem que sou poeta
Outros, que sou apenas tonto,
E eu, Abel Pereirinha
Bebo um cafezinho
E pronto!

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Envia-nos as tuas “Atitudes Que Brilham” para geral@fatimacarvalho.pt.

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