Category: Humanização

Estamos numa Era de Humanização ou Desumanização?

A ausência de respeito pelo bonito planeta Terra onde habitamos, leva-nos a chegar a um momento onde pela primeira vez, a humanidade corre o sério risco de extinguir-se.

Já não dá para pensar em agir “amanhã”, o nosso amanhã é Hoje… é o Agora.

Humanização precisa-se!

Campanhas contra alguma coisa não resultarão a favor dos resultados desejados, muito pelo contrário, onde focarmos a atenção tenderá a crescer. É importante identificar e trabalhar a favor do sentimento desejado.

No entanto a maior transformação só começa no nosso interior… para abertura e aceitação de uma nova consciência. Se cada um de nós quiser apenas mudar o mundo, nada acontecerá… pois as sementes estão dentro de nós mesmos… O caminho passará por aceitarmos nos tornarmos melhores na nossa verdadeira essência, derrubando as paredes dos medos, alimentando sementes de Amor, Paz, Alegria, Respeito por nós e por todos os que nos rodeiam… sabendo estender a mão como Ser Humano que Somos, sabendo arregaçar mangas porque agora o trabalho é muito maior…. Energias pesadas precisam do dobro de Atitudes Que Brilham.

Todos nós Somos Amor… é necessário acreditar e começar a agir em sintonia para que o planeta eleve a sua Luz. Estamos numa fase de transcendência e as nossas atitudes têm estado a levar-nos para um buraco escuro… Não sei se vamos a tempo de salvar o planeta ou melhor acredito que o planeta se ficar sozinho encontrará em si uma capacidade de regenerar-se… A Humanidade é que poderá não ter mais essa oportunidade.

A famosa pergunta: Qual a marca que queres deixar no mundo?

É o momento de fazeres esta reflexão e responderes a ti mesmo.

Convido a todos a abraçarmos o nosso processo de evolução pessoal e global. Aceitando olhar para dentro, descobrir o melhor de ti e comprometeres-te a cada momento ser o melhor de TI… E todos juntos sermos o melhor de nós. Coisas boas atraem coisas boas em qualquer parte do mundo.

O que a vida me disse ao ouvido…

O QUE A VIDA ME DISSE AO OUVIDO ...

Um dia a vida disse-me… VAI e VIVE!Se não o fizeres, ninguém o fará por ti!

A caminhada é unicamente tua e só depende dos teus passos!

Faz pelos outros, mas nunca te esqueças de ti! 

Ama, mas nunca te esqueças de te amar em primeiro lugar!

Desfruta a companhia dos outros, mas nunca mendigues atenção nem carinho!

Não te encolhas para caber no mundo de alguém, tudo o que é forçado não é para ti!

Não aceites migalhas, mereces mais que isso!

Sobre a tua vida, decide tu, segue a tua intuição, assim nunca culparás ninguém se as decisões não forem as melhores!

Tira sempre as melhores lições daquilo que é menos bom, mas não carregues culpas que não te pertencem!

Não ocupes o coração com o que é mau, tiras-lhe espaço para o melhor!

Se tiveres que mudar, muda por ti… mas nunca para seres aquilo que o outro gostava que fosses….

Vê os sinais, a vida manda-os!

A vida disse-me….

Elisabete Proença

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Quem é Elisabete Proença?

Chamo-me Elisabete Proença tenho 48 anos e amo viver!

Sou alegre, comunicativa e adorava mudar o mundo.

Gosto de música, conduzir, ler e viajar.

Desde bem cedo que adoro passar para o papel aquilo que penso e sinto, vendo na escrita uma forma de mensagem ao próximo. 

Acreditar é a minha palavra de ordem para tudo na vida e só assim me revejo a viver numa sociedade desprovida do essencial...o AMOR!  

Sou corajosa por natureza e acredito que nada na vida acontece por acaso! 

Sou mãe de uma jovem de 17 anos.

E sou feliz num dos meus principais projectos de vida, onde ajudo pessoas a concretizar os seus sonhos na aquisição do seu lar, na mudança da sua vida... como Consultora Imobiliária.


Bem Hajas,

Elisabete Proença

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Alquimia dos Afectos

ALQUIMIA DOS AFETOS

Fotografia de Vasco Outeiro

Vasco Plantier Outeiro

Foto: @Vasco Outeiro

Empresa: BYX
 
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+ informações:

Num mundo em competição,
Uns competem, outros não.

No mundo em competição,
Cada vida é uma escada,
Se sobes, deixas no chão,
Além do teu coração,
O teu sangue, a tua casa.

Não sei se alguém sabe o preço,
De cada vida pisada,
Ou se um ser mais avisado,
Pode desfazer o fado,
Que nos acorrenta à estrada.

As civilizações são sois,
Cada qual com o seu ocaso,
Deriva de solidões,
Neste mundo em convulsão,
Onde a lei é competir,
Num festival de ilusões.

Mas neste jogo de sombras,
A que nós chamamos vida,
Competir já não nos faz,
Que seja a Cooperação,
A nova pedra de toque,
Alquimia dos afectos,
De uma civilização,
Onde o sol nunca se põe
E pode brilhar no céu,
Zénite de vidas que são.

Num Mundo em Cooperação,
Competir não é opção.

Abel Pereirinha

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Quem é Abel Pereirinha?

A Arte de caçar gambozinos

Um breve reflexo no espelho,
Um fugidio cintilar de luz no lago.
Uma ave a voar no limite,
Lá, onde a terra se faz céu,
Um grito na floresta,
Sem sabermos se é o grito que existe ou a floresta,
Ou nenhum dos dois...
A minha vida é esta procura pelo indizível,
Aquilo que se esconde no âmago de nós
E que sabemos ser real,
Que nos transcende e nos liberta.
E assim começo a caça aos gambozinos,
Este jogo da cabra cega em prol do propósito da Vida,
A minha!
Uns dizem que sou poeta
Outros, que sou apenas tonto,
E eu, Abel Pereirinha
Bebo um cafezinho
E pronto!

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O Desporto que queremos

O DESPORTO QUE QUEREMOS

Fotografia no Unsplash

O desporto e a atividade física são as ferramentas que o nosso ser integral dispõe para interagir com o meio ambiente pois um corpo saudável e bem desenvolvido é essencial  para que esta interação se realize com éxito.

Este seria o principal objetivo de toda a atividade física, operacionalizado pela ”testagem de limites” que primordialmente seria uma competição de cada ser com o seu meio: – Eu consigo atravessar com éxito aquele rio, subir àquela montanha, correr mais rápido que…

Desta panóplia de ações e de competências dependia a sobrevivência do indivíduo e da comunidade, especialmente quando o ambiente lhes era hostil.

Com a evolução das sociedades modernas esta função de sobrevivência foi-se tornando cada vez mais residual e o desporto, com a competição entre pares, assumiu-se como um dos componentes essenciais desta sociedade do espetáculo em que vivemos. A competição, que já não é com o meio ambiente mas sim com o outro, foi gradualmente assumindo um papel preponderante de tal forma que pode existir atividade física sem competição mas nunca desporto sem competição pois este é um dos elementos que o caracteriza.

Interessa agora ser mais forte que…mais rápido que…saltar mais alto e mais longe que…, sempre em oposição aos adversários e mesmo nos desportos de equipa, existido cooperação dentro da própria equipa, há inevitavelmente competição em relação a todas as equipas com quem jogam.

Foto de Delphine Ducaruge no Unsplash

No desporto, a testagem de limites já não se faz tanto com o fim de se superar a si prório mas  de superar os opositores e sobre este conceito acenta toda uma indústria de espetáculo que faz girar a economia movimentando biliões de euros, dólares…..

Para atingir os patamares de excelência que se exigem, a saúde é posta em causa, quer através da adição de químicos, quer de treinos desajustados à realidade de cada atleta, na tentativa vã de atingir o topo e aí permanecer mesmo para além dos limites do próprio corpo.

Sabemos que a competição é inerente ao desporto mas é urgente redimensioná-la às condições físicas de cada um pois praticado com o método e a pedagogia adequados este pode ser um veículo de transmissão dos valores humanos de cooperação e de solidariedade tão necessários à época conturbada em que vivemos.

Em essência importa inverter a polaridade: O desporto deve estar ao serviço do ser humano e não o ser humano ao serviço do desporto porque é necessáriol conseguirmos a interação saudável entre cooperação e competição que permita ao desporto ser um dos tijolos fundamentais na construção da nova casa do futuro.

Abel Pereirinha

Foto no Unsplash

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A Arte de caçar gambozinos

Um breve reflexo no espelho,
Um fugidio cintilar de luz no lago.
Uma ave a voar no limite,
Lá, onde a terra se faz céu,
Um grito na floresta,
Sem sabermos se é o grito que existe ou a floresta,
Ou nenhum dos dois...
A minha vida é esta procura pelo indizível,
Aquilo que se esconde no âmago de nós
E que sabemos ser real,
Que nos transcende e nos liberta.
E assim começo a caça aos gambozinos,
Este jogo da cabra cega em prol do propósito da Vida,
A minha!
Uns dizem que sou poeta
Outros, que sou apenas tonto,
E eu, Abel Pereirinha
Bebo um cafezinho
E pronto!

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La musica come salvezza

L’emergenza sanitaria causata dal Covid-19 ha creato una situazione difficile non solo per quanto concerne gli aspetti economici, ma anche per quelli sociali e psicologici, legati all’essenza dell’individuo.


È un momento difficile in cui la preoccupazione per il virus ha influenzato diversi aspetti della nostra vita: la nostra salute, quella della nostra famiglia, i nostri amici, la visione delle città fantasma e l’assoluto controllo della nostra forzata permanenza a casa ci rendono fragili. Credo
che un grande aiuto sia trovare una motivazione, una voce interna che possa darci coraggio e forza. Questo è ciò che la musica è stata per me in questo periodo difficile che è durato a Shanghai, dove ci sono voluti, quasi 2 mesi per vedere qualche progresso.

 

Fortunatamente, avevo portato molti libri sull’armonia musicale, la scrittura della musica, ho avuto una delle mie chitarre sempre qui a disposizione, il pianoforte e ho deciso di impegnare il tempo leggendo il più possibile durante questo periodo.
Quando la consapevolezza della gravità della situazione si è sviluppata, sono stati proprio i miei obiettivi a darmi la sicurezza e la speranza che la fine di questa fase fosse un nuovo inizio, che per me era rappresentato dall’uscita del mio album solista. Pertanto, durante questo periodo, è
stato necessario rimanere a casa con la forza. Il messaggio che posso lasciare a tutti coloro che attraversano questa fase è rendersi conto che l’importante è trovare un aiuto che possa essere stimolato per mantenerci positivi e vedere la fine di questo tragico periodo.

Spesso, durante i concerti, i corsi di perfezionamento e persino le parole con gli amici o la famiglia, parlavo di musica come professione, come passione, come obiettivo, non avrei mai pensato – come in questo caso – di parlare di musica come salvezza. Pertanto, per i ragazzi che suonano
e sognano la musica, consiglio di usare questo periodo per sviluppare abilità tecniche, per scrivere se sei un compositore. Tutti abbiano un album o cantante preferito. Collegando i nostri interessi alle possibilità tecnologiche offerte da questa era, possiamo approfondire l’ascolto con un semplice abbonamento Spotify, acquistare un disco su iTunes, ascoltare un libro in formato audiolibro digitale: la biografia del tuo cantante preferito o promuovere la vendita della tua musica con sistemi moderni o guardare alcuni live music disponibili su YouTube.


La situazione è certamente difficile per tutti. Ma credo fermamente che l’unica motivazione che può davvero aiutarci a uscire da questa emergenza sanitaria è impegnare il tempo con ciò che ci mantiene positivi e felici nella speranza. Per me tutto ciò è rappresentato dalla musica. Nel periodo a Shanghai quando non potevo fare concerti, addirittura uscire per strada, la musica ha dato significato alle mie giornate e un modo per affrontare questa situazione, approfondendo quello che è sempre stato il mio interesse.

 

Riccardo Cadamuro 

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Chi è Riccardo Cadamuro?

Ispirato da artisti importanti come John Mayer, Michael Jackson, Daft Punk, D'Angelo, Richie Kada è un musicista polistrumentista.
 
Nella sua musica combina elementi hip-pop e moderni con un gusto per il classic pop.
 
Il suo stile è caratterizzato da un profondo apprezzamento per il groove accuratamente elaborato in arrangiamenti centrati sulla chitarra.
 
Attualmente, Richie vive a Shanghai, lavorando come artista, turnista e produttore musicale.
 
Il suo album solista uscirà il prossimo anno e sarà un progetto Neo-Soul registrato in studio come "one-man band".

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A música como salvação

A emergência de saúde causada pelo Covid-19 colocou uma situação difícil não apenas no que diz respeito aos aspectos económicos, mas também aos aspectos sociais e psicológicos do indivíduo.

 

É um momento difícil em que a preocupação com esse vírus pode afetar diferentes aspectos da nossa vida: a nossa saúde, a saúde da nossa família, os nossos amigos e a visão de cidades fantasmas e o controle absoluto de sair de casa nos tornam frágeis. Psicologicamente e acredito que uma grande ajuda é encontrar uma motivação, uma voz interna que nos possa dar coragem e força. Isso é o que a música foi para mim nesse período difícil que durou em Xangai, onde demorou, quase 2 meses.

 

Felizmente eu tinha trazido muitos livros sobre harmonia musical, escrita, violão, piano e tomei a decisão de lê-los todos nesse período.

Quando a consciência da seriedade da situação se desenvolveu, foram precisamente os meus objetivos que me deram a confiança e a esperança de que o fim desta fase seria um novo começo, que para mim foi representado pelo lançamento do meu álbum a solo. Portanto, nesse período, foi necessário ficar em casa à força. A mensagem que posso deixar a todos os que atravessam essa fase, é perceberem que o importante é encontrar ajuda que possa ser estimulada para nos manter positivos e ver o final desse período trágico.

Frequentemente, durante concertos, master classes e até palavras com amigos ou familiares, eu falava da música como profissão, como paixão, como objetivo, nunca teria pensado – como neste caso – em falar da música como salvação. Portanto, para crianças pequenas que tocam e que sonham com música, recomendo usar esse período para desenvolver habilidades técnicas se você é um artista ou para escrever se você é um compositor. Eu também acredito que todas as pessoas têm uma música favorita, ou cantor favorito. Ao conectar os seus interesses às possibilidades tecnológicas oferecidas por esta época, você pode aprofundar a sua audição com uma simples assinatura do Spotify, comprar um disco no iTunes, ouvir um livro em formato de audiolivro digital – a biografia do seu cantor favorito ou promovendo a venda da sua música com sistemas modernos – ou assistindo a alguns espectáculos disponíveis no YouTube.

 

A situação é certamente difícil para todos. Mas acredito firmemente que a única motivação que realmente nos pode ajudar a sair desta emergência de saúde é aquela que nos mantém positivos e felizes na esperança. Para mim, tudo isso é representado pela música, sempre e ainda mais. No período em Xangai, quando eu não podia fazer concertos, nem tocar, nem sair à rua. Mas é sempre a música, de uma forma mais intelectual nesse caso, que me deu um sentido e uma maneira de lidar com essa situação, aprofundando o que sempre foram meus interesses.

 

Riccardo Cadamuro 

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Quem é Riccardo Cadamuro?

Inspirado por artistas importantes como John Mayer, Michael Jackson, Daft Punk, D'Angelo, Richie Kada é um músico multi-instrumentista.

Gosta de combinar elementos hip-pop e pop moderno com um gosto clássico.

O seu estilo é caracterizado por uma profunda apreciação pelo groove e cuidadosamente trabalhada em arranjos centrados na guitarra.

Actualmente, Richie vive em Xangai, trabalhando como artista, músico de sessão e produtor musical.

O seu álbum a solo será lançado no próximo ano e será um projecto Neo-Soul, Funky Dance gravado em estúdio como uma 'banda de um só homem'.

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As perguntas que ninguém quer responder.

Foto de Vasco Outeiro e texto de Gustavo Carona
Mais do que nunca ter certezas absolutas é sinónimo de estupidez. Mais do que nunca precisaremos de uma democratização de opinião. E era bom que a opinião viesse de boa informação. Informação essa que não existe, pois a ciência precisava do tempo que não temos. E por isso tomamos decisões sustentados no que não sabemos. Mas a vida sempre foi assim.
 
E agora para onde vamos?
 
É preciso falar de vidas e de viver, com toda a subjectividade que isso traz. Achatamos a curva, e agora? A única certeza é que empurramos o problema para a frente e aliviamos um pouco os profissionais de saúde. Obrigado, na parte que me toca. Na minha humilde opinião vamos ter que encontrar respostas no cruzamento de áreas tão diversas como a saúde (incluindo a mental), a sociologia, a economia, a filosofia, com pitadas de liberdade e responsabilidade, misturadas numa panela de incertezas que é tudo o que temos neste momento. O futuro nos julgará. Eu não julgarei ninguém, porque não há pior momento na história para ser decisor politico, como este. 
 
Desde o início que acredito que a cura irá matar mais do que a doença. Mas acreditar é isso mesmo, pressupor como verdade algo de que desconhecemos. Chamaram-me de criminoso, apesar de me esforçar tanto para salvar vidas. A ciência diz-nos que é cedo para fazer ciência: Qual é a mortalidade desta doença? Não sabemos, porque não sabemos o número de infectados. Quantos são os portadores assintomáticos? Que certezas temos com um teste que tem 30% de falsos negativos (pessoas que são positivas mas cujo teste deu negativo)? Qual é a percentagem da população que já teve contacto com o vírus e por isso tem imunidade? Não sabemos. E por isso não sabemos o quão difícil será a segunda vaga, nem quantas vagas vai haver.
 
E por isso perguntem-se: quanto tempo querem viver de máscaras? Quanto tempo querem viver sem afectos, sem beijos e sem abraços? Quanto tempo querem viver sem cultura? Quanto tempo querem viver sem estar com outras pessoas? Quantas pessoas morrem por não mexer as pernas? Quantos morrem por não ter nenhum motivo para viver?
 
A luta nos hospitais é duríssima. Duríssima! Os corpos e os espíritos estão cansados, ainda que muito motivados. Quase todas as áreas dos hospitais saíram afectadas, assim como os seus doentes, com a certeza que o medo de ir ao hospital já matou muita gente, e sem ingenuidade sabemos, que o adiar de consultas e cirurgias programas não matará muitas menos. A doença por si só também é um mundo de incertezas. Da minha perspectiva, vinda dos Cuidados Intensivos, nunca o desafio foi tão grande. Parece uma roleta russa. Porque é que infecta uns e outros não? Porque é que é tão grave nuns e noutros não? Porque é que uns são tão difíceis de ventilar e outros não? Porque é que pelo telefone a uns familiares dizemos que está a melhorar e a outros não? Nunca foi tão difícil dar más notícias, porque nunca nos sentimos tão perto apesar da distância de um telefonema. E nunca pensamos que íamos dizer a alguém que não poderia estar ao lado do seu familiar para o adeus final, e não velar o corpo antes de o dar à terra. Esta luta é duríssima. 
 
E como é a luta dos que perderam o emprego? E como é a luta dos que não têm para comer? Como é a luta dos que têm em casa filhos com fome? Quantas vidas se perdem ao destruir a economia? Quantos países não dependem de ajuda humanitária dos ricos que agora vai ficar mais pobres, e quantas vidas não se perdem por aí? Vão ser incontáveis as mortes silenciosas por este mundo fora, na tentativa de salvar também não sabemos quantos. Alguns peritos em economia falam na pior crise económica desde o Crash de 29, onde num mundo ainda não globalizado foram milhares que morreram à fome só nos EUA.
 
Não há valor maior que a vida, o que não é o mesmo de dizer que a vida não tem um preço. E se o preço da minha vida, é não viver e deixar outros morrer, eu direi: Não, obrigado!
 
Democraticamente decidimos fecharmo-nos em casa, e até decidimos temporariamente perder a democracia. E agora democraticamente vamos ter que decidir entre duas más decisões, num momento em que tudo o que sabemos é que o certo e o errado se confundem. 
 
Isto não é um apelo à rebelião. É um apelo à reflexão, de quem tudo tem feito para salvar vidas, mas que acredita que uma vida, não é um coração a bater, de máscara, fechado em casa, sozinho à espera de morrer, à espera de uma vacina que demorará anos-luz até ser para todos.
 
As respostas estão na mistura de tudo um pouco, onde cada português terá a sua opinião e nenhuma estará certa ou errada, porque não há nada mais íntimo e idiossincrático do que a forma como olhamos para a vida… e para a morte.  
 
Temos que tomar as nossas decisões baseados nas emoções (que nos ligam à vida), mas sustentados na razão (a vida de todos nós).
 
Por qual dos caminhos salvamos mais vidas?
 
Gustavo Carona

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Atitudes que brilham

O objectivo do grupo além de algumas partilhas positivas é o convite a algumas reflexões com o intuito de evoluirmos e de percebermos que não é o sucesso que cria a felicidade, mas que é a felicidade e superação que cria o sucesso.

Queres fazer parte do mesmo? Inscreve-te em: Atitudes Que Brilham

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Vírus do Bem Comum

Nunca tínhamos ouvido tanta gente a falar do bem comum. Há um vírus que reforça a fragilidade da vida humana, e há um vírus do bem comum.
É incrível como este vírus está a contaminar tanta gente. É incrível como este vírus está a alterar os comportamentos individuais, é incrível como este vírus julga os que por ele não foram infectados, é incrível como ele é altamente contagioso. Castigamos, acusamos, ameaçamos os que por ele não se deixam infectar. Pedimos ao mundo que nos ajude a gritar aos berros que é preciso pensar no BEM COMUM.
Mas quanto tempo durará esta infecção? Será que rapidamente vamos ficar todos imunes?
Eu peço desde logo imensa desculpa por não me conseguir separar em pessoas diferentes, em pensamentos desconexos da minha realidade, ou em julgamentos parcelados e incoerentes. Não consigo. E por isso peço desculpa. A minha opinião desta tragédia mistura-se com as memórias que teimo em não esquecer.
Não me esqueço que no Yemen, olhei nos olhos famílias inteiras que perderam irmãos e filhos e pais, e braços e pernas, no meio de milhares de crianças a morrer à fome.
Não me esqueço que no Sudão do Sul, todos os dias vi crianças a morrer de malária, e todos os dias via a dor no olhar das mães a levar os corpos sem vida dos meninos para casa.
Não me esqueço que na Síria no meio das bombas, vi o reaparecimento da poliomielite (outrora erradicada) que mata ou incapacita crianças para o resto das vidas.
Não me esqueço que no Paquistão, num mês me morreram nas mãos 10 mulheres por hemorragia pós-parto. A esmagadora maioria dos médicos da minha área, na vida toda nunca viu isto uma única vez.
Não me esqueço que o coronavírus não entra na prisão de Faixa de Gaza, porque também não entra o vírus do bem comum.
Não me esqueço que a duração da guerra(s) do Afeganistão anda lado a lado com a esperança média de vida daquele país.
Não me esqueço do que já chorei por ver que mais ninguém chora por eles. Não me esqueço que eu apenas vi uma pontinha do iceberg, não me esqueço que já andei tantas vezes no limite da sanidade mental a pedir com jeitinho, sem revolta e sem julgamentos que pensem no BEM COMUM.
Não me esqueço que quando me perguntam como são os Cuidados Intensivos nas minhas missões a resposta é: “Não há. Os que deles precisam, morrem!” Que é exactamente o que vai acontecer quando/se este coronavírus chegar a uma fatia enormíssima da população mundial, onde esbarra o vírus do bem comum.
Várias pessoas me dizem que a minha experiência em cenários de guerra vai ser muito útil. Pois. Não sei. O futuro o dirá. É verdade que já vi de muito perto 10 das piores guerras dos últimos tempos. Mas eu nunca fiz parte dela. Com o meu risco posso eu bem, e nunca foi a vida dos meus que esteve em risco. As emoções que trago comigo são das histórias dos outros, que eu tento contar ao mundo. Há uma gestão de emoções que tem muitas semelhanças sem dúvida, e espero ser útil nesse sentido também. Mas há uma coisa onde eu encontro um paralelismo inacreditável, no que à gestão de vítimas de uma guerra, diz respeito. Não são as bombas e os tiros que matam. Esses também matam, mas pouco em termos percentuais. O que mata milhares e às vezes milhões são os danos colaterais. É da pobreza de recursos, de infraestruturas, de material e medicamentos para tudo e mais alguma coisa, e da falta de pessoas válidas para trabalhar que se morre numa guerra. Isso é que mata 99% das vítimas de uma guerra. Mas se não houvesse bombas e tiros, não haveria danos colaterais.

E quais vão ser os danos colaterais desta “guerra” que vivemos agora?

Há uma falácia no ar, que isto vão ser duas semanas mais complicadas. Esqueçam isso. Vão ser no mínimo 2-3 meses de clausura. Vai destruir a economia de uma forma que não tem precedentes. Vão ser empresas a cair como baralho de cartas. Desemprego, pobreza, fome, agitação social. Os ricos vão ficar menos ricos, os médios vão aguentar no limite, os pobres vão para a rua. E os que estão na rua vão morrer à fome. Os mais frágeis são os que vão sofrer mais. Quando o cinto aperta, quem mais vão sofrer são as ONGs. A ajuda humanitária, a tal do bem comum é a que mais sofre. A nível local e internacional. Os pobres, os velhos, os incapacitados, os doentes, etc, etc… Quantas pessoas se mata ao destruir a economia? Será que a cura não vai matar muito mais que a doença? Sei que quem tem mais no bolso vai achar que eu sou um criminoso, e quem já amanhã pode ir viver para debaixo da ponte vai perceber melhor porque vos questiono. Crucifiquem-me à vontade por fazer esta pergunta.

Mas vou aceitar. Sou democrata. Aceito a liderança de quem sabe mais do que eu. Tenho convicções fortes, mas sempre um espaço muito grande para humildemente poder estar errado. Sou um jogador de equipa, e na verdade pouco sei sobre os dados todos desta equação. Acho que ninguém sabe. E vou trabalhar ao lado dos meus, nos Cuidados Intensivos, com um orgulho que não cabe em mim por trabalhar na melhor equipa do planeta para salvar os que estão entre a vida e morte. Que é o que sempre fizemos e sempre vamos fazer. Só que desta vez, a trabalhar a dobrar ou triplicar, a formar à pressa os que puderem ajudar, e cheios de medo se a nossa função não estará a pôr em risco as nossas vidas e daqueles pelos quais dávamos a vida, porque somos o grupo de maior risco. Vão ser tempos de emoções muito fortes, mas o ser humano adapta-se e segue em frente. E das lágrimas passará aos sorrisos. Eu nem sempre confio em mim, mas confio até ao fim dos tempos na equipa em que trabalho, pela competência, organização, saberes médicos, resiliência, poder de impacto, e muita, muita humanidade a cada acção. De médicos, enfermeiros, auxiliares, profissionais de limpeza, administrativos, técnicos, farmacêuticos, psicólogos, nutricionistas, e muitos mais que me estou a esquecer.
Já dei de caras com o burnout duas vezes na minha vida, no Paquistão e no Yemen, e vos garanto que é difícil de gerir as emoções. Falem sobre as vossas emoções. É bom ver homens e mulheres fortes a chorar.
Mas vamos ver também que no meio da dor, do egoísmo e da hipocrisia, aparecerá o melhor de muitos seres humanos, os verdadeiramente bons. E só por estes, vale a pena ver o mundo girar. Obrigado a vocês por me inspirarem.
Vamos ver como responde a medicina privada no maior desafio de saúde dos nossos tempos. Para já tem servido para fazer dinheiro às custas dos testes para ansiosos, testes estes que fazem muita falta no público. Quando isto passar, não se esqueçam onde se faz a verdadeira medicina, e cada vez que se alimenta a privada, se destrói o SNS. Não se esqueçam.
Agora sentimos o que é estar do lado dos discriminados. Temo que as consequências políticas e ideológicas vão ser catastróficas. Porque “eles” agora estão caladinhos, mas depois vão gritar pela culpa dos estrangeiros, e dos estranhos. Dos estranhamente igual a nós. Veremos o que sobra daqui. O mundo dos que querem as fronteiras fechadas, ou o mundo dos que vêm que estes (e outros) problemas só se resolvem se pensarmos como unos. Já percebemos que para salvar o planeta temos que nos unir, talvez agora se veja que nunca haverá qualquer sustentabilidade com tanta desigualdade.
Será o meu último texto sobre este assunto, mas já fiz várias promessas resolutivas a mim próprio para quando isto acabar. Vão me doer, mas acho que é pelo melhor. Espero que façam o mesmo, que levem este bem comum até ao fim dos tempos, que ajudem os que JÁ não estão a receber salário, que ajudem os que vão para o desemprego, os que morrem à fome, os que em todas as partes do mundo estão a ser infectados pelo coronavírus, mas não pelo vírus do bem comum.
Agora que a morte de tantos nos parece tão próxima, e muitos, de nós tão queridos, não poupem na bondade, no carinho, no cuidado, no amor e na compaixão. Não deixem palavras bonitas por dizer, não deixem pazes por fazer, não deixem que a última palavra tenha sido amarga. Estamos todos a sofrer.
Façam a economia girar. Cada vez que lavarem as mãos, abram o vosso coração àqueles que não têm e que vão ficar sem água em casa. Pensem na saúde como um bem para todos.
Eu vou ao supermercado com calma, comprar o que preciso. E quando não houver, prometo que vou trabalhar na mesma com fome. E isto vai durar.
Espero que o vírus do bem comum tenha vindo para ficar, espero que me perdoem por dizer a minha opinião mastigada com tantas dores, e espero do fundo do coração estar errado.
Todos nós somos vítimas das nossas incoerências (eu, tantas vezes!), mas num momento de grandes reflexões, façam-nas de coração aberto, escrevam num papel e façam-nas durar.
Animem-se. O vírus passa. Esperemos que o Bem Comum, não.

Texto de Gustavo Carona.

Grata pela tua constante luta e grata pelo teu convite ao “Despertar”.

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Pobreza

A POBREZA SOBRE O OLHAR DE ANA PAULA CLARO

 

Chegam-me aos olhos fotos com cheiros estranhos.


Aquele cheiro característico da fome, onde se entrelaçam os cabelos desgrenhados e as barbas compridas. 


Ou os olhos gigantescos das crianças com barrigas dilatadas e os ossos rompendo a finíssima pele.


Chegam-me aos olhos as lágrimas e o frio estremece-me o estômago, quando a impotência me assola pelos cheiros que as imagens transportam.

 

Olho para lá da imagem e entranho-me na sociedade que permite a decadência.


As cabeças que se voltam na direcção oposta; a moeda atirada, com um cordel de culpa; para dentro de uma lata que grita; a notícia que não é notícia, porque não vende.


Compra-se a informação fácil, a morte colunável vende bem, a fome incógnita é uma afronta.

 

Chegam-me aos olhos fotos com cheiros estranhos.


Arames farpados que me soam a guerra. O rosto conformado que, da violência, sofre. O extermínio em massa. 

 

Quem se importa?

 

Quando as bandeiras são hasteadas nas nações que vivem para além das pessoas, num engano e numa mentira que transforma o tudo num nada assombroso.


O meu inconformismo revolta-se pela mala feita à pressa que transporta os pertences de um refugiado da guerra; pelas moscas que parecem não incomodar o corpo passivo da criança africana; pela garrafa de álcool que tomba ao lado de um caixote de cartão, no vão de um prédio urbano.

 

O sabor que me vem à boca tem um estranho gosto a azedo mas já nem vomito pelos diamantes, ou pelo petróleo, nem mesmo a ambição do poder me afecta.

 

É a passividade, o conformismo, a desumanidade dos zombies que a sociedade cria. São as multidões que seguem “encarneiradas”. É aquele slogan com pestilência de vírus que é gritado sem conteúdo que me atira para este estado de nojo.

 

Chegam-me aos olhos fotos com cheiros estranhos mas é vazio de um “enquanto não chega ao meu quintal, não é assunto meu” que sinto como a pobreza mais degradante.


É esta pobreza extrema no mundo que mais me repugna, a das ideias, dos pensamentos, da discriminação, da desumanidade entre os humanos supostamente seres.

 

Texto da autoria de Ana Paula Claro 

 

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Quem é Ana Paula Claro?

"Sou uma mulher feliz e mãe de quatro filhos e neste momento estou casada com um homem extraordinário.
Mas sou essencialmente um Espírito que habita um corpo que possui uma mente em constante descoberta.
Neste processo vou sendo Astróloga, escritora e facilitadora de várias terapias onde utilizo alguns Oráculos como Runas, Dados, Tarot, Cartomancia, Baralho Cigano, I Ching.
Reiki, Magnifield Healing, Cura Quântica, Radiónica, Numeralogia e o Pêndulo são outras técnicas que aplico.
A energia é a Linguagem do Universo, todas estas disciplinas são métodos que nos conduzem a ele.
Os Caminhos são muitos, o Destino é o mesmo.
Escrevi um livro que se chama "Porque a vida acontece" e é um livro de auto-ajuda, ajudou-me imenso escrevê-lo!
É biográfico. levou-me ao passado... desta e de outra vida.
O que pretendo com esta rubrica "uma outra visão"?
Pretendo escrever sobre temas que, há uns anos, se chamavam "ciências ocultas ou paranormais" e hoje foram transformadas em "espiritualidades" e tentar desmistificar conceitos errados e dúbios.
Tenho 55 anos, vivo no paraíso e convido-vos a conhecerem-me e a desvendarem-se

Bem Hajam!"

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Bondade

BONDADE

 

“A base da mente altruísta de iluminação, é um bom coração, uma mente bondosa, o tempo todo.

 

Todos nós podemos beneficiar desse cultivo; não devemos ficar raivosos, brigar, revidar e tudo mais.

 

Quando as pessoas se envolvem em tais emoções, fazem-no devido a preocupações pessoais, mas na verdade estão a prejudicarem-se.

 

Então, todos nós precisamos de fazer tudo o que podemos para cultivar uma mente bondosa, um bom coração.

 

Não estou apenas a explicar isso; eu também estou a fazer tudo o que posso para praticar isso.

 

O mundo inteiro precisa de fazer o que for possível, porque tanto o que conseguimos praticar é o tanto que isso irá ajudar.

 

Ao dedicar-se a estas práticas e ganhar experiência nelas, as suas atitudes e o modo como vê as outras pessoas vão mudar.

 

Então, quando surgir um problema – Que já tenha aparecido antes – você não vai reagir com a mesma irritação, não vai gerar as mesmas atitudes negativas.

 

Essa mudança não é algo externo – não é uma questão de fazer uma operação plástica ao nariz ou adotar um novo corte de cabelo. Acontece dentro da mente.

 

Algumas pessoas conseguem suportar problemas, outras não conseguem; a diferença é a atitude interior.

 

A mudança advinda de colocar estes ensinamentos em prática vem devagar.

 

Após algum tempo, podemos encontrar pessoas que nos dizem que mudamos – Isso é um bom sinal, um sinal de que a prática tem sido efectiva.”

 

 

S. S. Dalai Lama em Kindness, Clarity, and Insight

 

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Humanização

Sonhar

SONHAR Foto de Pixabay   E assim, depois de muito esperar, num dia como outro

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Atitudes que brilham

O objectivo do grupo além de algumas partilhas positivas é o convite a algumas reflexões com o intuito de evoluirmos e de percebermos que não é o sucesso que cria a felicidade, mas que é a felicidade e superação que cria o sucesso.

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10 ensinamentos de Buda

10 ENSINAMENTOS DE BUDA

  1.  

1- Não se combate ódio com ódio, mas sim com Amor.


2- Se a sua compaixão não inclui a si mesmo, ela é incompleta.


3- Você, o seu ser, tanto quanto qualquer pessoa em todo o Universo, merece o seu Amor e Carinho.


4- A Paz vem dentro de si mesmo. Não a procure à sua volta.


5- Sua tarefa é descobrir o seu trabalho, e então, com todo o coração, dedicar-se a ele.


6- Não magoe os outros com o que te causa dor.


7- Guardar raiva é como, segurar um carvão em brasa com a intenção de atirá-lo em alguém, é você que se queima.


8- Praticar o bem, abster-se do mal e purificar seus pensamentos, são os mandamentos de todos os iluminados.


9- Pratiquem a Bondade, não criem sofrimento, dirijam a própria mente. Essa é a essência do Budismo.


10- Antes de dar, o coração alegra-se; durante o acto de dar, ele purifica-se; e, depois de dar, ele se sente satisfeito.

 

BUDA

 

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Encorajamento

VIDA Foto: Pixabay “Um dos mais elevados deveres humanos é o dever do encorajamento… É

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Participações Especiais

Pobreza

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